Ecosys Artigo técnico · concessões SP

Malha viária · Schema R0 · ARTESP

Como adequar dados de malha viária aos padrões de GeoJSON para concessões em SP

18 de agosto de 2026 · Ecosys by Engler

A malha é o referencial. Sem ela, o GeoJSON de conservação ou obras nasce com KM e sentido errados — e volta. Este texto descreve o que as equipes de concessão precisam acertar antes de gerar o arquivo.

O que a fiscalização espera do arquivo

Nas concessões paulistas, o pacote espacial da ARTESP não é “qualquer GeoJSON”. O Manual GeoJSON v1.0 (Portal de Dados Abertos) fixa o CRS EPSG:4674 — SIRGAS 2000, ordem [longitude, latitude], e schemas distintos de obras e conservação. A agência publica exemplos e um validador em Python. No Ecosys esses schemas entram sem alteração: o que o script oficial recusa, o gerador também recusa.

O DER-SP e os contratos de concessão usam a mesma lógica de malha viária estadual, mesmo quando o canal de envio é outro. O cadastro tem de bater com o eixo oficial do lote.

Três camadas de dado

Passos objetivos

  1. Confirme o lote e a vigência da malha. Malha velha gera km deslocado.
  2. Separe conservação de obras. Não unifique leitores.
  3. Envie a malha no gerador (XLSX densificado ou KML/KMZ) e a planilha da competência.
  4. Gere o GeoJSON no gerador Ecosys e confira amostra de feições (sentido, km inicial/final, tipo).
  5. Só então feche o pacote com NC e fotos, se o relatório do mês exigir.

O que mais devolve o pacote

Sentido invertido, km fora da malha, geometria em outro SIRGAS/UTM do que o lote usa, e atributos de obras dentro de um arquivo de conservação. Corrigir isso no QGIS depois do prazo é mais caro do que validar na geração.

Continua em: gargalos no mapeamento geoespacial das rodovias paulistas. Para o produto: landing do gerador.